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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Olhar Digital: Um novo cartão de crédito vem aí!

Novas funções deverão ser atribuídas ao produto. Veja como ele facilitará ainda mais o seu dia-a-dia
Se você costuma freqüentar grandes redes de cinema, sabe que, em alguns complexos, já nem é mais preciso emitir o ingresso. É possível fazer a compra pela internet, pagar com cartão de crédito, e este mesmo cartão é apresentado na entrada. Toda a transação é feita online, sem nenhum papel.

Estas mesmas redes de cinema querem melhorar ainda mais a experiência do consumidor com o uso da tecnologia. Aplicativos para iPhone permitem a compra online, com um diferencial. Por causa do GPS do aparelho, é possível descobrir, por exemplo, qual é a sala mais próxima de onde o espectador está. A mesma tecnologia dos cinemas também começa a invadir os estádios de futebol. Catracas inteligentes conduzem o acesso dos clientes para os espaços VIP. Assim como no caso do cinema, a compra do bilhete é feita pela internet, o lugar é reservado com antecedência e a novidade acaba, de vez, com a ação de cambistas. "Além disso, a gente tem a base de dados do torcedor. Sabemos que horas ele entrou, onde ele está sentado, e com isso conseguimos oferecer diversos serviços interessantes", explica Robson Oliveira, sócio-diretor da Outplan, empresa que desenvolveu o sistema das catracas.

Em breve, essas formas de pagamento deverão fazer parte do seu dia-a-dia. Há alguns meses, cartões como este aqui, estão sendo testados. Ao invés de um, eles têm dois chips e uma anteninha embutida, que se comunica com o PDA – ou a maquininha da loja. Para isso, basta que você aproxime os dois objetos. As aplicações são várias. Imagine, por exemplo, o seu cartão de bilhete único. Agora, ele pode ser substituído por seu cartão de crédito. O débito acontecerá automaticamente em sua fatura. E você consegue estabelecer limites diários para gastos específicos. Dessa forma, minimizam-se os riscos de grandes rombos em sua fatura no caso de roubo.

A empresa também experimenta realizar pagamentos via celular. Um chip, parecido com o do cartão, será embutido nos aparelhos telefônicos. E, de novo, basta aproximá-lo do PDA para que a transação seja efetuada.

Estes sistemas já estão em uso na Ásia, Europa e Estados Unidos. No Brasil, os testes já acontecem há alguns meses. A expectativa é que, até o fim do ano, lojas já disponibilizem este sistema de pagamento para seus clientes.

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sábado, 12 de setembro de 2009

Metade de todos os donos de telefones celulares utilizarão mobile banking até 2014

Um dos mercados que o iPhone mais agitou em sua chegada foi o de mobile banking, graças ao seu maravilhoso browser — o primeiro a promover num dispositivo móvel uma experiência semelhante à de desktops. Até mesmo no Brasil, ocorreu uma avalanche de anúncios relacionados: o Itaú foi o que começou, mas logo foi seguido por Bradesco, Banco do Brasil e Unibanco.

iPhone Banking

Um novo estudo, divulgado esta semana pela Javelin Strategy & Research, afirma que metade dos donos de iPhones já utiliza hoje serviços de mobile banking. Segundo eles, até 2014 quase 50% de todos os donos de telefones celulares farão parte desse grupo. Isso significa que, só nos Estados Unidos, 99 milhões de adultos realizarão pelo menos uma transação bancária móvel por ano.

Mobile banking está rapidamente se tornando uma capacidade essencial para consumidores”, disse Mark Schwanhausser, analista de canais de serviços financeiros. “Tal como o iPod revolucionou a indústria da música e seus modelos de negócios, nossos dados mostram que usuários de iPhones estão mudando a indústria bancária, liderando o caminho no monitoramento e gerenciamento de finanças através de dispositivos móveis.”



Felizmente para nós, que temos um dos sistemas bancários mais avançados do mundo (oh yeah, baby), essas evoluções têm tudo para aterrissar rápido por aqui. Quantos de vocês já se enquadram dentro do grupo citado na pesquisa da Javelin? Eu sou um deles. :-)

Transferência de dinheiro via celular é próxima evolução do mobile banking


Após inúmeros projetos de mobile banking lançados no Brasil com as mais variadas tecnologias, os atores desse setor parecem agora convergir para um mesmo caminho: o desenvolvimento de serviços de transferência de dinheiro entre telefones celulares. Tanto bancos quanto as empresas de cartão de crédito e operadoras móveis planejam a realização de projetos pilotos desse serviço. A mensagem ficou clara durante painel sobre o tema no 2º Forum Mobile Plus, evento realizado pelas revistas TELETIME e TI INSIDE esta semana, em São Paulo.

No lado dos bancos, a transferência de dinheiro via celular com DOCs e TEDs por meio de uma aplicação é o próximo passo no projeto de DDA (débito direto automático) da Febraban. O cadastro de usuários interessados em usar boletos eletrônicos já começou e o DDA será lançado no dia 19 de outubro. Depois, os usuários poderão cadastrar também seus celulares para realizar transferências. O serviço deve entrar em operação em 2010. Várias soluções de mobile banking disponíveis no mercado brasileiro já oferecem a possibilidade de realizar DOCs e TEDs. A diferença é que o novo serviço a ser desenvolvido pela Febraban usará provavelmente a tecnologia USSD para realizar transferências rapidamente, discando para um número especial. "USSD é a tecnologia mais interessante para essas interações. O SMS deve ser usado mais para alertas aos correntistas", disse Massayuki Fujimoto, superintendente de e-business do Citibank.

A oferta de transferência de dinheiro via celular entre correntistas é apenas uma primeira fase do projeto da Febraban, que almeja, no futuro, soluções de mobile payment envolvendo não apenas a população que possui contas correntes.

Transferências P2P

De acordo com Fujimoto, a segunda fase consistirá na possibilidade de correntistas enviarem dinheiro eletronicamente por celular para os telefones de pessoas que não têm conta bancária. Os receptores retirariam o valor em caixas automáticos usando senhas criadas a cada nova transação. "Isso deve ficar pronto entre um ano e um ano e meio depois da primeira fase", disse Fujimoto. O terceiro e último estágio seria a bancarização de pessoas nas camadas mais pobres através de contas simplificadas utilizadas via celular e que independem de agências. Essa fase, porém, necessitaria de modificações na regulamentação bancária brasileira, que hoje exige uma série de documentos que dificultam a bancarização da população mais pobre.

Cartões

Entre as empresas de cartão de crédito, a transferência de dinheiro via celular também está na ordem do dia. "Esse é um dos pilares para a bancarização", disse Marcelo Sarralha, executivo da área de produtos e canais da Visa no Brasil. A empresa tem uma solução chamada "Money transfer" que deve ser testada em breve no Brasil, informou o executivo. A Visa tem hoje outros dois pilotos em andamento no país: um para pagamentos remotos via celular em parceria com o Banco do Brasil e outro para pagamentos via NFC, em parceria com Claro, Bradesco e Banco do Brasil.

Operadoras

Do lado das operadoras, já existem casos de serviços de transferência de crédito pré-pago entre usuários da mesma tele. TIM e Sercomtel foram pioneiras nessa oferta. A Oi Paggo, empresa controlada pela Oi, promete testar um piloto de m-wallet em breve.

Um passo seguinte seria a possibilidade de transferir crédito pré-pago entre usuários de operadoras diferentes. Isso iria requerer a adoção de uma clearing house. Fujimoto, do Citibank, acha difícil que as operadoras avancem até esse estágio, pois teriam que se tornar bancos e seguir a regulamentação financeira nacional.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Facebook testa plataforma de pagamento eletrônico

O diretor de marketing do Facebook, Randi Zuckerberg, anunciou na sexta-feira, 28, que a rede social abrirá sua nova plataforma de vendas virtuais para a Project Red, Toms Shoes, Kiva e World Wildlife Fund, quatro empresas sem fins lucrativos, segundo o Inside Facebook, o blog da rede social.

As empresas farão parte do time de companhias chamadas para testar o novo aplicativo, o qual funciona sob o sistema de compra de créditos, que ainda conta a parceria com American Greetings Interactive, GreetBeatz, Someecards e Real Gifts, quatro empresas de presentes.

As oito empresas venderão seus produtos nas páginas do Facebook para testar o novo sistema de pagamento lançado pela rede social, chamado de Pay with Facebook. Os testes começaram em junho deste ano, com o mote de criar uma moeda virtual universal visando facilitar as compras on-line ao redor do mundo. A ferramenta servirá como fonte de receita para os fornecedores e para o próprio Facebook.

Segundo o Inside Facebook, o novo sistema de compras deve ficar pronto ainda nesta semana.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Terceirização de processamento de cartões deve crescer 20%, diz HP

A HP participou do Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor (C4 2009), em São Paulo, com o firme propósito de demonstrar a sua capacidade de assumir o BPO (business process outsouricng) de processamento de cartões. Joaquim Silveira, diretor de negócios para o segmento de cartões da EDS, uma empresa HP, participou da mesa redonda “Call Centers, Processamento, BPO: tendências”.
“O crescimento do setor tem sido de 20% ao ano, em média, nos últimos anos e deve manter-se neste nível. Há ainda uma tendência do varejo criar seus próprios cartões, que vem se consolidando”, complementa.
A EDS possui uma solução para processamento de cartões e meios de pagamento eletrônico que abrange todo o ciclo de processamento de cartões, desde a avaliação de crédito e o cadastro de novos clientes, passando pela autorização das transações, envio de fatura, gerenciamento de disputas, chegando à cobrança de faturas em atraso.

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