Mostrando postagens com marcador fusões. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fusões. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Idec quer que Anatel e MPF impeçam compra da GVT pela Telefônica


O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) enviou nesta quarta-feira, 11, carta à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e ao Ministério Público Federal na qual se posiciona contra a compra da GVT pela Telefônica. O orgão solicita que os dois órgãos atuem de forma a impedir a concretização do negócio.

Segundo o Idec, a transação viola os princípios da Lei Geral de Telecomunicações - que busca regular o mercado e evitar concentrações -, já que, na prática, o negócio elimina um novo e potencial competidor do mercado.

O órgão de defesa do consumidor observou que a retirada de um concorrente da disputa mantém "o quadro de péssima qualidade dos serviços prestados e de preços abusivos". O órgão de defesa do consumidor lembrou que recentemente a GVT anunciou planos para a atuação nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, fato que a tornaria nova opção de escolha para os consumidores dessas regiões.

Além de prejudicar a concorrência no setor de telefonia e telecomunicações, o Idec entende que não é aceitável que a Telefônica empenhe aproximadamente R$ 7 bilhões na aquisição da GVT sem a comprovação de que os investimentos já realizados são suficientes para a garantia da qualidade dos serviços. E frisa também os problemas enfrentados pela Telefônica tanto nos serviços de telefonia fixa quanto nos de banda larga Speedy entre o ano passado e este ano.

"Para minimizar esses transtornos, a companhia afirma ter investido cerca de R$ 2,4 bilhões em infraestrutura e na melhoria do atendimento aos consumidores, valor bem aquém do que pretende desembolsar para a aquisição da GVT", avaliou o órgão.

Por fim, o Idec afirma na carta que, além de precários, os serviços prestados pela Telefônica são extremamente caros para o consumidor. Por isso, entende o órgão, "com a eliminação de um potencial competidor e a conseqüente manutenção do monopólio da empresa em São Paulo, os consumidores permanecerão reféns da empresa, que poderá, inclusive, repassar os custos da aquisição da GVT aos seus clientes, radicalizando o já inaceitável quadro atual".

Comente este impasse

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

TVA/Telefônica: Anatel adia análise de concentração por mais 40 dias


O presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, pediu mais 40 dias para analisar a compra da TVA pela Telefônica. O voto da relatora do caso, a conselheira Emília Ribeiro, prevê a aprovação sem restrições, especialmente depois que a agência decidiu reduzir a faixa de espectro atualmente destinada ao MMDS – foco da aquisição da operadora de TV por assinatura pela concessionária de telefonia.

A proposta da Anatel ainda está em consulta pública, mas defende uma redução, a partir de 2015, de 190 MHz para 50 MHz a faixa disponível para o sistema multiponto multicanal. Para as empresas que se valem dessa tecnologia, a proposta da agência representa o fim das atividades com MMDS. Daí a sugestão da relatora pela não imposição de outras restrições ao negócio.

Na reunião desta quinta-feira, 24/9, também foi adiada a votação sobre o novo Plano de Metas de Universalização (PMU), que trata principalmente da instalação de orelhões em cidades com menos de 100 habitantes com recursos do Fust.

Outro adiamento trata do pedido de reconsideração da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA) sobre as decisões da Anatel em relação à gratuidade do ponto extra. O conselheiro João Rezende pediu mais 30 dias de prazo.

Comente

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

CEO do Google diz que empresa fará aquisições


O CEO do Google, Eric Schmidt, afirmou que aquisições voltarão a ser feitas pela a empresa. A expectativa é que sejam realizados acordos mensais (ao menos um por mês), no lugar de contratação de funcionários.

Para o executivo, o pior da recessão global já acabou. "O que vemos no Google é algum tipo de melhora e o mais importante é que estamos vendo isso não apenas nos Estados Unidos, mas também fora dos Estados Unidos", disse Schimidt em entrevista à Reuters Television na quarta-feira, 23/09, antes de fazer uma palestra durante a cúpula do G20, em Pittsburgh, EUA.

Até antes da crise, o Google possuía a tradição de realizar pequenas aquisições em um ritmo estável. De acordo com o CEO, as compras de pequenas empresas já estão retornando à rotina normal.

"As aquisições voltaram de novo no Google e estamos fazendo nossa estratégia normal, que são pequenas companhias. Minha estimativa seria de uma aquisição por mês em vez em grande de contratações", garantiu Schmidt.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Governo quer projeto latinoamericano para Telecomunicações


Governo quer projeto latinoamericano para Telecomunicações


O assessor especial da Casa Civil, André Barbosa, defende um projeto comum de uso de espectro entre os países latinoamericanos, em função da alta demanda de tráfego Internet, entre outros.Segundo ele, Chile e Argentina já manifestaram interesse de se reunir para debater esse tema, conjugado com outros assuntos como, a TV Digital.

Barbosa ressaltou a importância desse debate, em entrevista exclusiva para a CDTV do Portal Convergência Digital. Segundo ele, com o crescimento da demanda por banda larga e do tráfego que a futura rede pública irá gerar, isso resultará lá na frente num grande gargalo, que torne a Internet inviável na comunicação internacional. As negociações estão avançadas, em especial, com Chile e Argentina.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

HP pode comprar a Microsoft, prevê o Gartner


Na solenidade de abertura da XIV Conferência Anual Futuro da TI, realizada nesta terça-feira, 15/09, na capital paulista, o consultor emérito da consultoria, Donald Feinberg, assegurou que as consolidações vão continuar no mundo da Tecnologia. O especialista deu um palpite. Segundo ele, haverá uma forte aproximação entre a Microsoft e a HP, podendo, mesmo resultar numa incorporação mais à frente.

"Falta hardware à Microsoft e software à HP. Uma aproximação entre as companhias é absolutamente viável", declarou o VP do Gartner. No ano passado, Feinberg anteviu o movimento de compra da Sun pela Oracle, transação ocorrida em abril deste ano.

Para Feinberg, que ministrou uma palestra para uma platéia lotada de executivos nesta terça-feira, 15/09, a negociação entre Microsoft e HP, hoje, faz sentido porque há um cenário claro de redução de gastos por parte dos clientes e a preferência por reduzir o número de fornecedores de solução.

E o VP do Gartner brincou: A possível compra da Microsoft pela HP - cenário visto por ele como o mais provável - acontece porque a empresa de Bill Gates, atualmente, enfrenta problemas com a concorrência cada vez mais acirrada.

Para o especialista, uma transação como essa - que pode sair de uma parceria para uma compra - pode levar até um ano para ser concluída. Além da possível incorporação da Microsoft pela HP, Feinberg também prevê outras consolidações. "Elas são inevitáveis".

Para o analista emérito do Gartner, a negociação faz bastante sentido, uma vez que os problemas de competição enfrentados pela Microsoft tendem a se acentuar.

As previsões de Feinberg não pararam por aí. Em sua visão, a Sybase, especializada em soluções de inteligência de negócios, seria alvo de aquisição da alemã SAP. E mais: a IBM deve comprar empresas menores desenvolvedoras de aplicativos.

O VP do Gartner também desmitificou cloud computing ou computação em nuvem. Segundo ele, há um uso inapropriado da tecnologia pelos fornecedores.

"Cloud computing não é produto. É um conceito e, hoje, já pode ser bem aplicado internamente pelas empresas no sentido de flexibilizar os seus trâmites de uso de Tecnologia da Informação", preconizou.

Comente sobre a fusão HP e Microsoft

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Economizar até 90 % em nossa conta de telefone já é Excelente. Imagine Zerar! Confira

Utilizando os serviços de telefonia Gold IP, você poderá economizar até 90% em sua conta telefônica, mas existe a possibilidade de economizar ainda mais.

Através do seus planos de indicações para novos clientes, a cada indicado, 7,2% do que consumirem em reais de telefonia mensal, serão revertidos em descontos em suas mensalidades ou recargas ou em créditos a mais para sua conta Gold-IP

Existem clientes que já estão com suas contas telefônicas quase zeradas. Como funciona? Veja só!!!!!

Vamos fazer um exemplo bem simples. Imagine que você gaste R$ 300,00 reais mensais de Gold IP e que indicou 10 clientes que também gastam o mesmo que você. Desta forma, 10 x R$ 300,00 = R$ 3.000,00 reais. Como você será bonificado com 7,2% de tudo que eles consumirem de VoIP mensal sua próxima mensalidade/recarga terá um desconto de R$ 216,00 reais, então você irá pagar apenas R$ 84,00, mas terá R$ 300,00 de créditos. Não perca tempo, entre em contato agora mesmo conosco e seja beneficiado por esta sensacional tecnologia.

www.mendestecnologia.com.br

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Cisco e EMC podem formar joint-venture

A Cisco e a EMC estão conversando sobre a possível criação de joint-venture de serviços de tecnologia para grandes empresas.

Segundo informações fornecidas ao jornal The Wall Street Journal por fontes próximas às companhias, que não quiseram se identificar, a jointventure se chamará Alpine e terá como objetivo combinar as soluções da Cisco, fabricante de equipamentos de rede, com as da EMC, fornecedora de soluções de armazenamento.

As fontes não souberam dizer quando a parceria será anunciada, mas sabem que ela será desenvolvida para atuar em data centers.

Um funcionário da Cisco que não quis se identificar ao jornal disse que a empresa não comenta rumores e boatos especulativos, enquanto a EMC declarou que “as duas empresas têm uma parceria de longa data, e o tempo só vai fortalecer essa aliança”.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Fusões e aquisições: quais são os desafios para a integração da TI?

O ano de 2008 foi marcado por grandes fusões e aquisições e mais de 50% destes movimentos ocorreram no setor financeiro. Exemplos nacionais como Itaú e Unibanco, Banco Real e Santander, e as internacionais Commerzbank, que assumiu o Dresdner Bank, e o Bank of América, que comprou Merril Lynch, fizeram parte deste cenário que tem como objetivo alcançar economias de escala e vantagens competitivas em um mercado cada vez mais disputado.
Mas o que acontece quando grandes e complexas organizações se unem e necessitam de um alinhamento de sistemas, de culturas e, evidentemente, de infra-estrutura de Tecnologia da Informação (TI)?
Se em uma situação econômica normal os desafios da integração dos diversos sistemas de TI são assustadores, imagine em meio a uma crise financeira, que coloca ainda mais pressão para conseguir obter as vantagens de agilizar as operações, eliminar redundâncias e otimizar a carteira de produtos para obter rentabilidade no novo negócio...
Embora a velocidade seja fundamental para assegurar o rápido progresso da nova organização, mais da metade das fusões não conseguem gerar o esperado valor empresarial porque não abordam sistematicamente o custo da operação, a duração para unir os processos e os riscos.
Gerenciar uma integração considerando que cada etapa desse processo deve ser acompanhado e avaliado por um comitê composto por representantes de ambas empresas, o que envolve as áreas de auditoria, finanças, informática, recursos humanos, instalações, marketing e segurança, é um importante passo para obter o sucesso esperado numa movimentação tão complexa como é a união de duas organizações. E, mais do que isso, contar com o apoio de empresas e profissionais especializados tem sido um fator predominante para dominar esses desafios.
O primeiro passo dessa metodologia deve ser o planejamento, que se inicia antes da fusão ou aquisição, permanecendo ao longo de todo o processo, mesmo após o negócio ter sido fechado. Pesquisas apontam que as empresas que estabelecem políticas eficazes de gestão da integração pré e pós-fusão aumentam suas chances de sucesso em torno de 50%.
A partir daí, é necessário um alinhamento eficaz através de um plano que determine a melhor maneira de integrar as partes e adaptar as estruturas, culturas, sistemas e processos das organizações. Partindo para a última etapa, a identificação das mudanças e o foco no que realmente é prioridade se torna o divisor de águas para o sucesso ou o insucesso de uma integração.
Conduzir inúmeras mudanças é o principal fator para desestruturar os processos e acarretar a desmotivação da equipe, causando uma integração incompleta, frustrações na capacidade do novo negócio, custos elevados e um ambiente complexo desnecessário.
Resumindo todo este discurso, o sucesso empresarial está totalmente ligado a uma integração bem sucedida de TI, baseada numa metodologia que envolva as melhores práticas do mercado e recursos que assegurem uma boa gestão do projeto. O resultado é a garantia do êxito organizacional e o retorno econômico esperado.
*Carlos Eres é CEO da GFT Iberia e responsável pelo grupo GFT do Sul da Europa e Américas. A companhia é provedora mundial de serviços de TI para o setor financiero e desenvolvedora do sistema Global Delivery Model

Fusões e aquisições: quais são os desafios para a integração da TI?

O ano de 2008 foi marcado por grandes fusões e aquisições e mais de 50% destes movimentos ocorreram no setor financeiro. Exemplos nacionais como Itaú e Unibanco, Banco Real e Santander, e as internacionais Commerzbank, que assumiu o Dresdner Bank, e o Bank of América, que comprou Merril Lynch, fizeram parte deste cenário que tem como objetivo alcançar economias de escala e vantagens competitivas em um mercado cada vez mais disputado.
Mas o que acontece quando grandes e complexas organizações se unem e necessitam de um alinhamento de sistemas, de culturas e, evidentemente, de infra-estrutura de Tecnologia da Informação (TI)?
Se em uma situação econômica normal os desafios da integração dos diversos sistemas de TI são assustadores, imagine em meio a uma crise financeira, que coloca ainda mais pressão para conseguir obter as vantagens de agilizar as operações, eliminar redundâncias e otimizar a carteira de produtos para obter rentabilidade no novo negócio...
Embora a velocidade seja fundamental para assegurar o rápido progresso da nova organização, mais da metade das fusões não conseguem gerar o esperado valor empresarial porque não abordam sistematicamente o custo da operação, a duração para unir os processos e os riscos.
Gerenciar uma integração considerando que cada etapa desse processo deve ser acompanhado e avaliado por um comitê composto por representantes de ambas empresas, o que envolve as áreas de auditoria, finanças, informática, recursos humanos, instalações, marketing e segurança, é um importante passo para obter o sucesso esperado numa movimentação tão complexa como é a união de duas organizações. E, mais do que isso, contar com o apoio de empresas e profissionais especializados tem sido um fator predominante para dominar esses desafios.
O primeiro passo dessa metodologia deve ser o planejamento, que se inicia antes da fusão ou aquisição, permanecendo ao longo de todo o processo, mesmo após o negócio ter sido fechado. Pesquisas apontam que as empresas que estabelecem políticas eficazes de gestão da integração pré e pós-fusão aumentam suas chances de sucesso em torno de 50%.
A partir daí, é necessário um alinhamento eficaz através de um plano que determine a melhor maneira de integrar as partes e adaptar as estruturas, culturas, sistemas e processos das organizações. Partindo para a última etapa, a identificação das mudanças e o foco no que realmente é prioridade se torna o divisor de águas para o sucesso ou o insucesso de uma integração.
Conduzir inúmeras mudanças é o principal fator para desestruturar os processos e acarretar a desmotivação da equipe, causando uma integração incompleta, frustrações na capacidade do novo negócio, custos elevados e um ambiente complexo desnecessário.
Resumindo todo este discurso, o sucesso empresarial está totalmente ligado a uma integração bem sucedida de TI, baseada numa metodologia que envolva as melhores práticas do mercado e recursos que assegurem uma boa gestão do projeto. O resultado é a garantia do êxito organizacional e o retorno econômico esperado.
*Carlos Eres é CEO da GFT Iberia e responsável pelo grupo GFT do Sul da Europa e Américas. A companhia é provedora mundial de serviços de TI para o setor financiero e desenvolvedora do sistema Global Delivery Model

Pesquisar este blog